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Tomo II - A vendeta

 

Ilustração de La Vendetta, retirado de Meisterdrucke, acessado em 12/01/2026


A vendeta narra a história de Ginevra de Piombo e do seu amor shakesperiano por Luigi Porta, membro de uma família inimiga da sua e único sobrevivente de um ataque feito por Bartolomeu à família dele. Publicado em 1830, tem a Córsega como pano de fundo, principalmente o "rígido conceito de honra que reina entre os corsos", como enfatizado por Paulo Rónai no texto introdutório presente na edição da Biblioteca Azul. Com uma atmosfera misteriosa a novela se inicia, e como uma profecia do apocalipse ela termina. É desgraça pra todos os lados, à la Romeu e Julieta. 

Tomo II - Alberto Savarus


Retirado de Amazon, acessado em 18/09/2024


Uma estreia na vida foi um livro um tanto surpreendente. Para quem não cria expectativas ou possui conhecimento prévio a respeito do que está por vir, resta a doce surpresa de ler uma narrativa muito bem escrita. Mas como nem tudo são flores, após a delícia que foi acompanhar um pouco da história do jovem Oscar naquela publicação, Alberto Savarus chega como um balde de água fria, completamente incapaz de causar no leitor qualquer sensação de ânimo ou excitação. Publicado em 1842 no formato de folhetim, essa personagem insossa dá título a este romance curto de 136 páginas, que provavelmente será esquecido em muito pouco tempo. 

Tomo II - Uma Estreia na Vida

 

Ilustração de Un Début dans la Vie, retirado de Wikipedia, acessado em 22/05/2024

Uma estreia na vida é o primeiro livro do segundo tomo da Comédia Humana. Publicado em folhetim em 1842, tem-se aqui a história do jovem Oscar e a sua estreia na vida, começando de maneira não muito agradável. Na introdução do Paulo Rónai, ele começa dizendo que 

"Balzac tem tempo. Começa por expor longa, minuciosa e até pesadamente os ambientes e as circunstâncias. Seus primeiros capítulos são provas pelas quais elimina o leitor frívolo ou distraído". 

E assim começa Uma Estreia na Vida (em francês, Un Début dans la Vie), com um início arrastado e enfadonho. Mas quem insiste colhe os frutos: a história é extraordinária, daquelas "que as grandes obras de Balzac condenam a um esquecimento injusto, pois ela por si só bastaria a firmar uma glória literária".